Alunos tem aulas práticas durante a construção de cisterna na escola

Trabalhando práticas sustentáveis na convivência com o Semiárido há 18 anos, a Ecoescola Thomas a Kempis a partir deste mês de outubro adquire mais uma riqueza em suas dependências. Por intermédio da doação de uma família da cidade de Colônia na Alemanha foi possível a escola construir uma cisterna de 52 mil litros que a partir de dezembro próximo estará pronta para guardar água da chuva e assim ser utilizada no verão. A construção da cisterna promoveu também a oportunidade para alguns/mas professores/as realizarem aulas práticas com as turmas de alunos nos temas de matemática, biologia, geografia entre outras disciplinas.

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Comunidades celebram a conquista de cisternas

As comunidades Chã do Lambedor, Aroeira e Enjeitado estiveram em festa na segunda feira dia 12 de agosto, tudo motivado pela recente conquista de 30 cisternas para guardar água de consumo humano, ou seja, cisternas de 16 mil litros. A celebração foi realizada na comunidade Chã do Lambedor e contou com famílias das outras comunidades beneficiadas. O momento de celebração e também de confraternização ocorreu nesta data em virtude da presença do padre Bruno Kurth da Alemanha. As cisternas foram construídas no início deste ano através do Centro de Formação Mandacaru e foram financiadas pelo grupo Missionshilfe Pedro II no qual padre Bruno faz parte.

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Evento faz avaliação da execução de programa e debate os direitos das comunidades quilombolas

A execução do programa de cisternas da Articulação do Semiárido Brasileiro – ASA Brasil inclui a realização do Encontro Microrregional cujo objetivo é avaliar as ações trabalhadas e também promover o debate sobre temas presentes no Semiárido com foco nos territórios onde as organizações atuam. O Centro de Formação Mandacaru vem trabalhando desde fevereiro deste ano o programa de cisternas para a captação de água para o consumo humano em quatro municípios envolvendo três territórios na região norte do Piauí. Os municípios contemplados neste termo de parceria são: Luís Correia, Caxingó, Campo Maior e Sigefredo Pacheco. O evento aconteceu na Ecoescola Thomas a Kempis nos dias 26 e 27 de julho. Além de representantes de comissões municipais e famílias beneficiadas, algumas organizações comunitárias quilombolas de outros três municípios foram convidadas de Piripiri, Batalha e Assunção do Piauí.

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Famílias mostram com alegria sua cisterna cheia de água

Símbolo de alegria das famílias do campo, a cisterna tem se tornado ao longo desses anos de fortes estiagens numa das seguranças hídricas de maior eficiência para o Semiárido Brasileiro. Com as boas chuvas que tem caído nos últimos meses em toda essa região, bons frutos também tem vindo. A família agricultora que tem esse reservatório ao lado de casa estar muito feliz. Isso porque as cisternas estão todas cheias, o que vai trazer uma tranquilidade a mais pra a família durante o verão. Um exemplo prático vem da comunidade Chã do Lambedor, a 06 de km de Pedro II. Ali as cisternas construídas já no mês de fevereiro deste ano através do Centro de Formação Mandacaru e financiadas pelo Grupo Missionshilfe Pedro II da Alemanha, já estão quase todas cheias, o que tem sido motivo de alegria para a comunidade.

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Cisternas nas Escolas: Encontro reafirma a educação contextualizada como missão

“Qual Semiárido queremos ou estamos mostrando em nossas escolas”? Perguntava a professora Jaqueline de Sousa aos participantes do Encontro Territorial do Programa Cisternas nas Escolas que o Centro de Formação Mandacaru estar executando no Território dos Cocais, região norte do Piauí. A pergunta teve uma valor especial para aquele momento, pois ali estavam entre os participantes, Secretários/as Municipais de Educação, Obras e Administração, Educadores/as, integrantes das comissões municipais entre outras coordenações. E as respostas também foram de destaques se considerados que quase todas as pessoas presentes refletiam que se ainda hoje o debate e modelo da educação contextualizada ainda são poucos aplicados nas escolas rurais, a missão é real e necessária. O debate em torno do tema ocorreu durante a palestra da professora Jaqueline de Sousa que também é coordenadora de Educação na Ecoescola Thomas a Kempis, uma instituição de ensino que trabalha há 15 anos o método de educação acima citado. Durante sua palestra a professora apresentava fatos e contextos históricos negativos que são repassados nas escolas fatos estes que não condizem a realidade do Semiárido, “um lugar rico e de pessoas sábias”, dia ela. E acrescentava: “Se temos e sabemos que nosso lugar não é assim, porque replicamos o que os livros de fora falam sobre nós? Por uma questão curricular”?. O senhor Francisco das Chagas Ribeiro que é Secretário Municipal de Obras do município de Milton Brandão, lembrava do quanto é importante discuti os valores e dons de um povo que também representam riquezas de uma região.

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