Volta às aulas em clima de celebração

As aulas iniciaram na Ecoescola Thomas a Kempis na manhã desta quinta feira dia 19 de fevereiro com duas boas alegrias. A primeira delas é de está recebendo com um grande abraço de acolhida todos os estudantes, após retornarem de suas férias. Ressaltando que 28 deles tem este como seu primeiro ano na Ecoescola. O segundo bom momento de alegria e de uma festa muito especial é o início de celebração de 25 anos deste lugar. Sim, 2026 a Ecoescola completa 25 anos de caminhada, de um modelo de educação contextualizada e o melhor, 25 anos de colaboração para a formação cidadã e um futuro mais promissor para jovens do Semiárido Piauiense. Uma celebração que iniciou na manhã desta quinta feria e irá durar o ano todo.

A CELEBRAÇÃO

A Direção e Coordenação da Ecoescola prepararam uma bonita celebração para os alunos/as em frente a escola contando essa bonita história em 25 passos de caminhada, conforme você poderá acompanhar a seguir:

A Semente Lançada: A História e a Visão Pioneira

Para entender a Ecoescola, precisamos voltar 25 anos no tempo e compreender o contexto em que ela nasceu. O semiárido, muitas vezes visto como um desafio, foi para o Centro de Formação Mandacaru, entidade mantenedora da Ecoescola, a inspiração. “Acreditávamos que era possível desenvolver uma educação que não apenas respeitasse, mas que também valorizasse e promovesse a convivência harmoniosa com este bioma único.” Por isso, se fortaleceu ali, o modelo de educação contextualizada.

PASSO 1: EDUCAÇÃO DO CAMPO

PASSO 2: EDUCAÇÃO DE TEMPO INTEGRAL

PASSO 3: EDUCAÇÃO CONTEXTUALIZADA COM O SEMIÁRIDO 

PASSO 4: DIREITO À EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Nossa fundação, através do Centro de Formação Mandacaru, foi um ato de fé e compromisso. A Ecoescola surgiu com uma missão clara: ser um espaço de transformação, priorizando os jovens da zona rural, oferecendo-lhes uma educação de tempo integral – uma iniciativa pioneira em nosso município – que os preparasse para a vida, para o trabalho e para serem agentes de mudança em suas comunidades.

A abordagem pedagógica da Ecoescola, a educação contextualizada com o semiárido,  é um  compromisso com a convivência com o semiárido, transformando realidade local em currículo vivo.

É importante ressaltar que, embora mantida por uma instituição não governamental, a Ecoescola conta com o apoio fundamental de órgãos públicos, como a Secretaria de Educação do Piauí – SEDUC, dada sua importância no fortalecimento do Direito à educação.

Pilares da Inovação: Nossa Proposta Pedagógica Diferenciada

PASSO 5: EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PASSO 6: AGROECOLOGIA

O que torna a Ecoescola tão especial? São os pilares que sustentam nossa proposta pedagógica. Fomos a primeira escola a incluir a educação ambiental em sua matriz curricular,  com o lema  Sem ecologia não há cidadania, compreendendo que nossa casa, o planeta terra, é mãe-comum, deve ser preservada e defendida, pois estamos todos interligados e tudo o que acontece com a terra acontece também com os filhos da terra. E não paramos por aí: fomos também pioneiros na inclusão de práticas de agroecologia como componente formativo, valorizando o saber do campo e a sustentabilidade. Nossos projetos com Roça Orgânica, apicultura, horta sombreada são um exemplo vivo disso, transformando o aprendizado em prática real e fortalecendo a agricultura familiar.

PASSO 7: ECOTRILHA JOSÉ FERREIRA

Nossa ECOTRILHA JOSÉ FERREIRA, um espaço de preservação de árvores nativas da Caatinga é um laboratório a céu aberto, onde a teoria se encontra com a prática.

PASSO 8: OFICINAS DE ARTE

Além disso, acreditamos no desenvolvimento integral do ser humano. Por isso, oferecemos uma rica diversidade de oficinas de arte, estimulando a criatividade,  a expressão cultural e a sensibilidade estética.

PASSO 9: EDUCAÇÃO EMOCIONAL

Incorporou a Educação Emocional como parte da formação integral, entendendo que aprender também é sentir, conviver, dialogar e crescer como ser humano.

PASSO 10: PROJETOS INTERDISCIPLINARES

A interdisciplinaridade é a alma de projetos como o Xô lixo, a Semana Temática e, atualmente, a ‘Semana É Bom Saber’, em que contextualizamos temas relevantes, integrando as diversas áreas do conhecimento e mostrando aos estudantes a conexão entre o que aprendem e a realidade ao seu redor.

Colhendo Frutos: Impacto e Conquistas

PASSO 11: #MANDARBEMNO ENEM

PASSO 12: EGRESSOS NO MUNDO DO TRABALHO

PASSO 13: EGRESSOS  COMO PROFISSIONAIS DA ESCOLA

Ao longo desses 25 anos, a Ecoescola tem colhido frutos que nos enchem de orgulho. Nossos alunos têm acesso a um preparatório ENEM  (#mandarbemnoenem), incentivando seus estudantes a sonharem alto e conquistarem o ensino superior , o que se reflete no sucesso de nossos egressos, que hoje atuam em diversas áreas, levando consigo os valores e o conhecimento adquirido neste espaço de ensino. Muitos deles são a prova viva de que a educação pode transformar vidas e abrir novos horizontes. (Advogados, Agricultores familiares, agrônomos, analista de sistema, arquiteta, artesãos, artistas ( música, teatro, artes plásticas), assistentes sociais, barman, confeiteiros, dentista, designe de mídias sociais, designe de moda, diretores escolares, empreendedores , enfermeiros, engenheiro de produção, esteticista, fisioterapeutas, fotógrafos, garçons, gerentes de restaurante, gerente comercial, jornalistas, maquiadoras, nutricionistas, psicólogos ,podóloga,  policial federal, policial militar, professores universitários, Profissionais da educação (professores, diretores, coordenadores), programados de sistema, psicólogos,  radiologista, representante comercial, técnicos  de enfermagem  vendedores, vereador).

Um dos maiores testemunhos do impacto da Ecoescola é o fato de muitos de nossos egressos retornarem à instituição como profissionais, fechando um ciclo virtuoso de aprendizado e dedicação. Eles são a prova viva de que a educação pode transformar vidas e abrir novos horizontes.

PASSO 14: EVENTOS ARTÍSTICOS E CULTURAIS: SARAUS, FEIRAS

PASSO 15: ATIVIDADES CULTURAIS

PASSO 16: FESTA JUNINA

A Ecoescola Thomas a Kempis sempre pulsou arte e cultura. Promovemos ativamente movimentos artísticos e culturais, como a Ópera dos Sertões, as feiras de história e literatura, os memoráveis saraus literários  que por anos encantaram nossa comunidade.

A realização da Festa Junina, valoriza a  identidade, memória e cultura popular.

PASSO 17: EXCURSÕES

PASSO 18: ECOFAMÍLIA EM FESTA

PASSO 19: TORNEIO RAFAEL DOS SANTOS

As excursões bienais ampliam os repertórios culturais e científicos e eventos como a ‘Ecofamília em Festa’ e o ‘Torneio Esportivo Rafael dos Santos’ fortalecem os laços entre escola, família e comunidade.

PASSO 20: PÓLO DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO

PASSO 21: GRITO DOS EXCLUÍDOS

PASSO 22: EXPOMULHER

A Ecoescola é também um polo de conhecimento, sendo muito procurada para estágios e pesquisas acadêmicas, o que valida a relevância de nossa proposta. Nossa participação em movimentos sociais, como o Grito dos Excluídos, demonstra nosso engajamento com as causas sociais e a valorização da cidadania;  e a inclusão, em nosso calendário, da EXPOMULHER promove o  protagonismo feminino e a consciência social.

PASSO 23: BIBLIOTECA ESCOLAR

PASSO 24: RESULTADOS AVALIAÇÕES EXTERNAS

E os resultados falam por si: nossa biblioteca escolar é um centro vibrante de conhecimento, e nossas boas posições em rankings de avaliações externas, incluindo o 1º lugar no IDEB do município, são um testemunho da qualidade do ensino que oferecemos.”

PASSO 25:INTEGRAÇÃO DAS EQUIPES E AS PARCERIAS: A FORÇA QUE SUSTENTA A MISSÃO

Ao longo desses 25 anos, a Ecoescola Thomas a Kempis consolidou uma certeza: nenhuma proposta pedagógica se sustenta sem trabalho coletivo. A integração entre a equipe de Agroecologia, a equipe técnica e a equipe de apoio é um dos pilares que garantem a coerência entre discurso e prática e transformam o território em sala de aula viva, articulando saberes científicos e conhecimentos tradicionais do semiárido. Suas ações dialogam diretamente com o currículo, fortalecendo a identidade da escola e promovendo a formação sustentável e crítica dos estudantes.

E não é possível a construção de uma história de sucesso se não fosse o esforço de muitas pessoas parceiras que acreditam na proposta. Assim podendo citar os amigos e grupos na Alemanha, nossos diversos parceiros aqui no Brasil, organizações governamentais e não governamentais, além de muitos cidadãos e cidadãs que somam suas forças para juntos chegarmos mais longe. Todas essas forças parceiras juntas tem um pilar central chamado Centro de Formação Mandacaru, uma Organização não Governamental que acreditou desde sempre neste projeto social e de transformação cidadã chamada Ecoescola Thomas a Kempis.

Olhando para o Futuro: Novos Horizontes

Olhamos para o futuro com a mesma paixão e determinação que nos trouxeram até aqui. Os desafios são constantes, mas as oportunidades de continuar inovando e impactando vidas são ainda maiores. Queremos seguir fortalecendo nossa proposta pedagógica, expandindo nossos projetos e garantindo que a Ecoescola continue sendo um farol de esperança e transformação para as próximas gerações do semiárido.

“Nossa missão de formar cidadãos conscientes, críticos e engajados com a convivência sustentável com o semiárido permanece mais viva do que nunca.”

Mais do que números, a Ecoescola Thomas a Kempis construiu histórias. Histórias de superação, pertencimento e transformação. Construiu uma identidade própria: uma escola que educa para viver no semiárido com dignidade, consciência ambiental, equilíbrio emocional e compromisso social.

  • Celebrar 25 anos é celebrar sementes plantadas que floresceram. É honrar cada estudante, cada família, cada educador que acreditou e construiu essa trajetória.
  • Que venham os próximos anos.
    Com a mesma coragem de inovar, a mesma sensibilidade para cuidar e a mesma convicção de que educar é transformar.

Escolas Bíblicas realizam seu planejamento em primeiro evento do ano

Contando com a presença de 32 pessoas, entre jovens e adultos representantes das coordenações das escolas bíblicas de Pedro II e Milton Brandão, o setor bíblico do Centro de Formação Mandacaru realizou nos dias 30 e 31 de janeiro o planejamento das suas principais atividades para o ano de 2026. Um momento de fortalecimento no movimento das comunidades e suas celebrações, tendo sempre como base e referência a leitura popular da Bíblia. O encontro das coordenações contou com a participação especial do Padre Hernesto Pereira da Paróquia de São José do Divino e também do Kelson França, integrante da Coordenação Estadual do Centro de Estudos Bíblico – CEBI Piauí.

A programação do encontro foi dividida em dois momentos. Na primeira parte foi realizado de forma partilhada o estudo, debate e reflexão sobre a conjuntura histórica dos povos do Piauí, tendo como base de referência os documentos da Igreja Católica como o Concílio Vaticano II e os documentos de Puebla e Santo Domingos. Na segunda parte da programação realizada no dia 31 de janeiro, foram planejados os principais eventos do ano e também as atividades a serem realizadas neste período.

“Esse é o espaço muito especial onde podemos dialogar e construir nosso plano, rever nossa caminhada, fazermos nossa avaliação e construir o calendário dos eventos estratégicos de nossa caminhada.” Disse Welington Carvalho, integrante do setor bíblico no Mandacaru.

Ficou acertado também neste encontro a construção dos subsídios de estudos bíblicos nas escolas bíblicas para este ano. Cada coordenação irá construir seu subsídio, com os temas e período de estudos para o ano, tendo como base os textos bíblicos.

Boas vindas

Eram 08:05 da manhã desta quarta feira dia 28 de janeiro, quando à sombra da faveira, a Ecoescola Thomas a Kempis acolheu com as boas vindas os 29 novos alunos que formarão a turma do 6º ano da escola este ano. Os alunos vieram acompanhados com seus pais ou mães, que durante dois dias, (28 e 29) terão uma programação bem específica de chegada, acolhimento e conhecimento da escola. Os pais ficaram somente na manhã do primeiro dia, enquanto que as crianças ficarão os dois dias com dormida na escola.

Nesses dois dias, além da acolhida e boas vindas, eles irão conhecer as normas da escola, as áreas de agroecologia, as salas de aula e demais estruturas que estarão disponíveis para eles durante o ano letivo. Neste primeiro dia, alguns alunos do 8º ano também vieram participar da programação e assim como os monitores, apresentarem as áreas da escola para seus novos amiguinhos que chegam.

Na programação do dia, enquanto os novos alunos ficaram com uma equipe de monitores para juntos partilharem desses momentos de conhecimentos e até brincadeiras educativas, a direção da escola ficou em um outro espaço com os pais e mães para dialogarem numa roda de conversas, também sobre as normas da escola, horários, transportes dos alunos, além de outras informações sobre o cotidiano que os alunos terão durante o ano letivo.

Neste primeiro dia, os pais ficaram até o horário de almoço, onde junto com seus filhos puderam fazer a refeição do dia todos juntos. Após esses momentos, os pais retornaram para suas casas e seus filhos permaneceram durante os dois dias seguindo uma programação, onde eles puderam conhecer melhor a escola onde devem ficar pelos próximos sete anos.

A Ecoescola atende estudantes que vão do 6º ano do ensino fundamental maior até o 3º ano do ensino médio. Este ano todas as turmas estarão juntas a partir do dia 09 de fevereiro. 

Sabedoria Popular: Realizado em Pedro II o 18º Encontro dos Profetas e Profetisas da Chuva

Pela primeira vez, o sítio Buritizinho de Pedro II, localizado ao lado da cidade, sediou o Encontro dos Profetas e Profetisas da Chuva de Pedro II, ocorrido na manhã deste sábado dia 17 de janeiro. Essa foi sua 18ª edição e contou com um público muito bom, rodeado de muita natureza, ao som dos pássaros do lugar, moagem no engenho, farinhada e a benção de uma leve chuva que caiu durante a manhã, enquanto sábias pessoas apresentavam suas observações da natureza. O encontro dos profetas da chuva tem a idealização da antropóloga Adeodata dos Anjos e a realização do Centro de Formação Mandacaru.

O encontro este ano contou com um número recorde de profetas e profetisas, foram ao todo 18, sendo 15 homens e 03 mulheres. Em sua totalidade sábias pessoas agricultoras, que herdaram o conhecimento popular repassado de seus pais ou avós. O evento contou ainda com a presença do ilustre professor e climatologista Werton Costa da Defesa Civil do Estado do Piauí, que além de admirador do movimento dos profetas é o legítimo representante da academia, como ele mesmo costuma dizer, “a ciência está ali para se somar com os conhecimentos populares”. Representando a agricultura familiar estiveram presentes também o Sindicato de Pedro II e a Federação dos Trabalhadores/as na Agricultura do Piauí – FETAG.

Em sua 18ª edição, o encontro dos profetas da chuva de Pedro II foi considerado pelos seus realizadores, como o maior já realizado até agora.

A cada ano e sempre em janeiro, o Centro de Formação Mandacaru realiza esse evento que tem como atração principal, a sabedoria popular de nossos agricultores/as que observam os sinais da natureza para compreender a mensagem sobre o inverno. E assim ter as previsões de qual mês pode chover mais, ou qual mês apresentará mais verão. Os agricultores desenvolveram essa metodologia de observar a natureza, numa época em que não havia previsões meteorológicas, por isso tem passado pelas gerações até os dias atuais. Hoje, ela continua mais viva do que nunca, mesmo com toda a tecnologia na palma da mão.

Segundo as observações da natureza que indicam chuvas para o inverno de 2026, as previsões apresentadas pelos profetas e profetisas, em sua maioria, indica um período de chuvas abaixo da média em toda a região norte do Piauí, podendo ter um volume maior de chuvas no mês de março. É importante ressaltar que a região norte do Piauí costuma ter seu período chuvoso entre janeiro e abril, e os agricultores o chamam de período do inverno.

Essas previsões vem de encontro com os prognósticos apresentados durante o 30º Encontro dos Profetas e Profetisas da Chuva de Quixadá no Ceará, realizado no dia 10 de janeiro.

Lideranças comunitárias participam de oficina do ISPN

O auditório Paulo Freire na Ecoescola Thomas a Kempis recebeu nos dias 13 e 14 de janeiro a oficina de consultoria e encerramento do Projeto Viver e Conviver na Paisagem do Alto Poti, um projeto que teve como foco estratégico assessorar 10 organizações comunitárias da paisagem em pequenos projetos do Fundo Ecos que incluía entre as ações, o fortalecimento das organizações comunitárias. Uma parceria entre o Instituto Sociedade, População e Natureza – ISPN e o Centro do Formação Mandacaru de Pedro II, projeto que teve o financiamento do Fundo Global para o Meio Ambiente – GEF. A oficina foi realizada pelo ISPN em parceria com o Mandacaru e contou com representantes de nove organizações comunitárias e três parceiros estratégicos da paisagem, a Fundação Santa Ângela, o Centro Regional de Assessoria e Capacitação – CERAC e a Associação dos Condutores de Turismo de Pedro II – ACONTUR.

Entre as temáticas debatidas coletivamente pelo grupo nesses dois dias, estavam as sementes e frutos alcançados durante a execução do projeto. Entre as sementes foram citadas a participação da juventude em algumas das atividades e a criação do grupo Guardiões Mirins das Sementes Nativas, (Sementes da Fartura) no Assentamento Pedra Branca.  Nos frutos foram destaques o fortalecimento institucional das organizações comunitárias, o aumento na geração de renda através dos quintais produtivos, o fazer coletivo dentro da comunidade, o protagonismo das mulheres, entre outros.

Houve também um bom debate sobre os desafios enfrentados dentro das comunidades como a limitação em acessar as políticas públicas sociais, a difícil relação pessoal entre integrantes das próprias comunidades e a relação de gênero, tendo o machismo ainda muito forte dentro das famílias.

Com o olhar para o futuro, as organizações comunitárias priorizaram manter as parcerias construídas até aqui e também já se preparam para concorrer a futuros editais que surgirem para sua paisagem, tendo em vista que agora elas estão mais fortalecidas institucionalmente, além de contar com maior e melhor conhecimento na gestão dos recursos de projetos. Os líderes comunitários também reafirmaram a importância de ter o Centro de Formação Mandacaru no apoio e assessoria junto a essas transformações sociais, além da melhoria em infraestrutura que as comunidades tiveram com essa ação dentro da paisagem do Alto Poti.