Mandacaru realiza Encontro do Programa Cisternas

Iniciado na manhã de quinta feira, (24) e seguindo até sexta (26) na Ecoescola Thomas a Kempis, o Encontro Microrregional do Programa Cisternas executado neste território pelo Centro de Formação Mandacaru de Pedro II. O evento integra o calendário de ações do programa e tem como objetivo fazer uma avaliação dos trabalhos em execução na construção de 775 cisternas de primeira água nos municípios de Pedro II, Capitão de Campos e Jatobá do Piauí. Além da equipe técnica responsável pelos trabalhos, participam deste encontro, representantes das comissões municipais destes municípios, convidados e algumas famílias beneficiárias do programa nesta etapa.

Na primeira parte do encontro foram abordadas as ações essenciais para a segurança hídrica sustentável junto as famílias do Semiárido, como também a produção de alimentos saudáveis para garantir uma segurança alimentar justa para as essas famílias.

O segundo dia do encontro microrregional foi dedicado para a avalição dos trabalhos, tendo como base duas perguntas: O que foi promissor, que conseguiu êxito na execução do programa nesta etapa e o que foi desafiador neste processo.

O programa Cisternas para Todos é financiado pelo Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate Fome – MDS e executado pela Rede ASA Brasil através das organizações sociais sem fins lucrativos que atuam no Semiárido Brasileiro.

Ecoescola traz o tema Cultura Popular para a Semana É Bom Saber

Aberta na manhã desta segunda feira, (23) e seguindo até quinta dia 26, o projeto pedagógico da Ecoescola Thomas a Kempis chamado “Semana é Bom Saber”. Este ano o projeto traz como tema central a Cultura Popular de Pedro II: Arte, Identidade e Resistência. Todos os dias haverá apresentações de pesquisas, resultado de estudos e entrevistas em vídeos. Resultado de atividades em que os alunos realizaram nas comunidades em semanas que antecederam este evento. A cada dia há apresentações nas áreas específicas, por exemplo, na segunda feira a tarde foi na área de Linguagens, na terça pela manhã foi a área de Matemática, na quarta manhã e tarde na área de Humanas e na quinta a tarde na área de Natureza. Cada turma responsável pela realização dos trabalhos tem o acompanhamento de dois professores daquela área específica.

A abertura do projeto pedagógico aconteceu no auditório Paulo Freire. Na oportunidade a professora e Coordenadora da Ecoescola Thomas a Kempis, Jaqueline de Sousa proferiu a palestra,  “A Identidade de um povo”. A tarde teve início as apresentações com destaque para a comunidade Salobro, a 10 km de Pedro II. A comunidade, além de ter uma forte atividade e talento no artesanato, tem também vaqueiros, um dos temas exposto na primeira tarde de apresentações.

O que se percebe durante a Semana é Bom Saber é um grande impacto positivo nos estudos dos alunos. Isso porque há uma participação coletiva nas atividades, eles exercitam o ato de se apresentarem em publico, além de terem a oportunidade de saírem da escola e conversarem com pessoas que desenvolvem atividades culturais nas comunidades, gerando ali as pesquisas e as informações que eles precisam coletar para seu estudo, ou seja, uma aula de campo de grande valia para seu conhecimento e aprendizagem da vida também.

A Semana é Bom Saber acontece a cada ano dentro da programação da proposta pedagógica da Ecoescola. É um momento forte, de conhecimento e bons resultados nos estudos dos alunos desta instituição de ensino. Como mencionado acima, o evento segue até quinta feira dia 26.

Organizações sociais de Pedro II realizam ato pelo Dia dos Excluídos

Foi realizado em Pedro II na manhã da última sexta feira dia 06, o ato pelo Dia dos Excluídos, evento que contou com a participação de professores/as, representantes de organizações sociais, como o Centro de Formação Mandacaru, a Fundação Santa Ângela, o CERAC , o Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares de Pedro II e estudantes da Ecoescola Thomas a Kempis e Escola Família Agrícola Santa Ângela – EFASA.  

A concentração inicial do Grito dos Excluídos ocorreu na Praça da Matriz, onde também teve a mística de abertura do evento, músicas ao vivo e o depoimento de algumas pessoas lembrando as situações em que muitos cidadãos/ãs  são excluídas da sociedade nos dias atuais. Estudantes também trouxeram relatos e denuncias de agressões sofridas pela Mãe Terra, como desmatamentos, uso indiscriminado de agrotóxicos, poluição nos rios, entre outras.

Após as apresentações na Praça da Matriz, deu-se início uma caminhada com cartazes, sistemas de sons e apresentações em narrativas e poesias, passando pelas principais ruas do centro de Pedro II. A caminhada seguiu até a Praça da Bonelle, onde os participantes formaram uma grande corrente de mãos dadas, simbolizando a união dos povos em defesa dos mais pobres. Ato que também finalizou a caminhada pelo Dia das pessoas excluídas.

Foi um evento bonito, que contou com a presença de pessoas de diferentes idades, onde sua grande maioria eram jovens. Todos/as ali traziam uma gritante e séria mensagem de que todas as vidas importam, que precisam ser defendidas e protegidas.

Este ano, os movimentos sociais do Brasil celebram 30 anos do Grito dos Excluídos, a vida em primeiro lugar. O ato que faz ecoar a voz em defesa vida das pessoas excluídas, cidadãos e cidadãs que vivem na margem da sociedade, que na sua grande maioria é invisível aos olhos do desenvolvimento do País.

Escola Asa Branca realiza caminhada pelas ruas do bairro São Francisco

Com a chegada da Semana da Cidadania no mês de setembro, escolas, pastorais e movimentos sociais celebram a data de diversas formas. Uma das mais fortes é o Dia dos Excluídos, manifestado no dia 7 de setembro, onde os movimentos sociais de várias cidades no Brasil saem às ruas para fazer ecoar o grito das pessoas que sofrem injustiças e pouco são vistas ou lembradas, pois vivem à margem da sociedade.

Dentro desta programação pelo o Dia dos Excluídos, professoras, crianças e alguns pais dos alunos da Escola Infantil Asa Branca realizaram na manhã desta quinta feira, (Dia 05) uma caminhada pelas ruas do Bairro São Francisco, bairro onde a escola funciona. Foi uma caminhada leve e cedo da manhã para que as crianças participassem de forma bem leve também. Alguns papais e mamães acompanharam as crianças durante a caminhada.

Cada turminha da escola representou grupos ou temas atuais no Brasil, como os povos originários e comunidades tradicionais, os rios, as árvores, entre outros. Numa metodologia de apresentações no âmbito infantil, inclusive as músicas e apresentações.

A caminhada pelas ruas do bairro chamou a atenção de moradores que saiam para ver os pequeninos participando deste momento. Em algumas ruas até receberam aplausos das pessoas que acompanhavam das calçadas.

Foi um evento bonito, dentro do mundo infantil, mas trazendo uma mensagem séria de que todas as vidas precisam ser protegidas.

Ecoescola realiza celebração com o tema do Dia dos Excluídos

A cada ano os movimentos e pastorais sociais realizam no Brasil o Dia dos Excluídos durante a Semana da Cidadania, em virtude do Dia 7 de setembro. Este ano, os movimentos celebram 30 anos do ato que fez ecoar a voz em defesa vida das pessoas excluídas, cidadãos e cidadãs que vivem na margem da sociedade, que na sua grande maioria é invisível aos olhos do desenvolvimento do País. Por isso, se faz tão importante um momento para que as pastorais e movimentos sociais saiam às ruas para ecoar a voz dessas pessoas que tanto necessitam de políticas públicas, mas que infelizmente são pouco vistas ou lembradas.

Colocando em suas atividades essa data, a Ecoescola Thomas a Kempis realizou na tarde desta quarta feira (Dia 04), uma celebração com a participação de toda sua equipe escolar, (estudantes, monitores, Direção e alguns dos professores/as). O evento aconteceu na quadra da escola e teve entre as apresentações, cartazes, cânticos e recitação de poesias. Todas elas voltadas para o tema do Grito dos Excluídos deste ano que é: “Todas as Vidas Importam, mas quem se importa?”.

Um dos momentos fortes da celebração foi a participação dos alunos nas apresentações, a exposição de cartazes em defesa da vida, como também o depoimentos de professores que lembraram os vários momentos em que as pessoas são excluídas nos hospitais, no ambiente de trabalho, no convívio social, entre tantos outros espaços.

A celebração foi muito participativa e recheada de simbologias que traziam a luta em defesa da vida em suas diversas formas. O tema na celebração foi: Todas as vidas importam e os movimentos sociais se importam e lutam em defesa dessas vidas.