Comunidades apresentam problemáticas enfrentadas para preservação do Meio Ambiente

_MG_1405Conscientizar para preservar, esse foi o tom das apresentações das comunidades em evento realizado na manhã de sábado (04 de junho) na Ecoescola Thomas a Kempis. O evento fez parte das comemorações pela passagem do Dia do Meio Ambiente, ( 05 de junho) e teve início com uma caminhada que reuniu famílias e estudantes que o Mandacaru trabalha. Após a caminhada que teve inicio na barragem próxima ao Bairro Caixa D’água seguindo até a ponte sobre o Rio Corrente na Av. Cel. Cordeiro centro de Pedro II, as comunidades presentes no evento se deslocaram até a Ecoescola onde ocorreram algumas apresentações e palestras sobre o tema meio ambiente.

Documentários, depoimentos e encenações trazendo a problemática enfrentada e as soluções trabalhadas pelas comunidades foram apresentadas para o público presente. “Apresentações muito bonitas”, dizia a Francineth Pereira, integrante da coordenação no Mandacaru.

O evento contou com mais de 100 pessoas vindas de várias comunidades e assentamentos que o Mandacaru atua com projetos sociais. As apresentações foram bem trabalhadas e muito elogiadas por quem assistiu, pois trouxeram temáticas bem presentes na vida das famílias nas comunidades como a questão do lixo e a preservação dos olhos d’águas. Entre as comunidades a aprestarem suas situações ambientais estavam Palmeira dos Soares, Gameleira, Fazendinha e Mangabeira.

Um outro momento importante também ocorrido durante o encontro das comunidades foi a palestra proferida pelo Hélio Ulisses, técnico em agropecuária, ambientalista e ex aluno da Ecoescola. Helio apresentou parte dos dados coletados por ele durante sua pesquisa sobre as nascentes do Rio Corrente.  Segundo o técnico as leis brasileiras de preservação ambiental estão entre as mais completas do mundo. “O grande problema é a não aplicação dessas leis, pois faltam agilidade e fiscalizações para o cumprimento destas leis”, dizia Hélio durante sua fala.

Ao termino do evento foi criada uma carta das comunidades reivindicando que os órgãos públicos e o poder executivo façam cumpri a lei orgânica do município que existe e não é aplicada em sua totalidade.

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