
Foi realizado em Pedro II na manhã da última sexta feira dia 06, o ato pelo Dia dos Excluídos, evento que contou com a participação de professores/as, representantes de organizações sociais, como o Centro de Formação Mandacaru, a Fundação Santa Ângela, o CERAC , o Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares de Pedro II e estudantes da Ecoescola Thomas a Kempis e Escola Família Agrícola Santa Ângela – EFASA.
A concentração inicial do Grito dos Excluídos ocorreu na Praça da Matriz, onde também teve a mística de abertura do evento, músicas ao vivo e o depoimento de algumas pessoas lembrando as situações em que muitos cidadãos/ãs são excluídas da sociedade nos dias atuais. Estudantes também trouxeram relatos e denuncias de agressões sofridas pela Mãe Terra, como desmatamentos, uso indiscriminado de agrotóxicos, poluição nos rios, entre outras.
Após as apresentações na Praça da Matriz, deu-se início uma caminhada com cartazes, sistemas de sons e apresentações em narrativas e poesias, passando pelas principais ruas do centro de Pedro II. A caminhada seguiu até a Praça da Bonelle, onde os participantes formaram uma grande corrente de mãos dadas, simbolizando a união dos povos em defesa dos mais pobres. Ato que também finalizou a caminhada pelo Dia das pessoas excluídas.
Foi um evento bonito, que contou com a presença de pessoas de diferentes idades, onde sua grande maioria eram jovens. Todos/as ali traziam uma gritante e séria mensagem de que todas as vidas importam, que precisam ser defendidas e protegidas.
Este ano, os movimentos sociais do Brasil celebram 30 anos do Grito dos Excluídos, a vida em primeiro lugar. O ato que faz ecoar a voz em defesa vida das pessoas excluídas, cidadãos e cidadãs que vivem na margem da sociedade, que na sua grande maioria é invisível aos olhos do desenvolvimento do País.



