Práticas de convivência com o Semiárido trabalhadas pela Ecoescola serão expostas em Feira Agropecuária

 

DSC00087Práticas de convivência com o semiárido trabalhadas pelos alunos e famílias da Ecoescola Thomas a Kempis estarão em destaque durante a I Feira Agropecuária de Pedro II agendada para o final de novembro. A definição desta meta ocorreu na manhã desta quarta feira (04) em reunião que contou ainda com a presença de outras entidades de Pedro II que trabalham o fortalecimento da agricultura familiar na região.

Durante a feira a Ecoescola estará apresentando ao público o modelo de horta sombreada, suas vantagens em produção e economia no consumo de água. A prefeitura, organizadora do evento promete apoio para a montagem da estrutura do sombrite para as apresentações durante a feira. A Ecoescola pretende também mostrar e até comercializar os vários produtos orgânicos produzidos na área da escola.

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Secretário Municipal de Agricultura visita experiências da Ecoescola

DSC00039A Ecoescola Thomas a Kempis recebeu na manhã desta sexta feira (23) a visita do João Batista Júnior, Secretário de Agricultura do município de Pedro II e sua equipe de assessoria. O secretário veio para conhecer a experiência de produção orgânica nas áreas da Ecoescola. Robert Fontenele de Carvalho, presidente do Mandacaru e técnico voluntário nos projetos recebeu os visitantes e na oportunidade apresentou o modelo de horta sombreada. Durante pouco mais de uma hora Robert mostrou as vantagens, economia e período de produção da horta sombreada. Explicou também a diferença entre custo benefício.

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Comissão Municipal da Semente da Fartura se reúne e elabora calendário de atividades

DSC04375Pedro II estar empenhado para fortalecer a preservação de sua semente nativa, inicialmente a semente da agricultura familiar de base agroecológica. O Piauí tem trazido uma forte discussão a respeito do tema e nesse processo Pedro II estar bem adiantado, aliás é Pedro II o município referência para este trabalho desenvolvido pelo Fórum Piauiense de Convivência com o Semiárido – FPCSA.  A cidade foi escolhida por três razões bem práticas, a primeira por estar sendo desenvolvido aqui o Projeto Água Brasil financiado pela WWF e a Fundação Banco do Brasil que tem em suas metas inicias a construção de seis casas de sementes no município. Uma outra razão se dar pelo trabalho desenvolvido pelo CERAC que já vem trabalhando o monitoramente das sementes na região já algum tempo e isso se torna pioneiro no assunto. E a terceira razão se deu pela união de algumas Entidades locais que trabalham com os agricultores terem abraçado a causa firmemente como é o caso do Mandacaru, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Fundação Santa Ângela além do próprio CERAC pioneiro no tema.

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Entidades piauienses constroem plano de ação para o fortalecimento das Sementes da Fartura

DSC04356Entidades do Fórum Piauiense de Convivência com o Semiárido (FPCSA), entre elas o Mandacaru, estiveram reunidas na manhã desta segunda-feira (08) para elaborar o plano de ação para a mobilização, preservação, resgate e multiplicação das sementes nativas, batizadas de Sementes da Fartura no estado. O evento aconteceu na cidade de Pedro II e contou com a participação de seis das sete entidades que formam o FPCSA.
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PAA 10 anos: ASA avalia impactos e desafios do programa no Semiárido

naidison_paaNo último dia 06 de junho, o governo federal anunciou o novo Plano Safra 2013/2014, que prevê o investimento de 1,2 bilhão para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O programa completa no próximo mês de julho 10 anos. Sobre as conquistas e desafios do PAA e seu desenvolvimento no Semiárido brasileiro, conversamos com Naidison Baptista, coordenador executivo da ASA pelo estado da Bahia.

ASACom – No Plano Safra 2013/2014, o governo federal destinou R$ 1,2 bilhão para o Programa Nacional de Aquisição de Alimentos (PAA). Que avaliação a ASA faz do programa, que este ano completa 10 anos?

Naidison Baptista – O PAA nasceu no seio do Consea [Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional] e teve um papel significativo no apoio e na viabilização da agricultura familiar. Avaliamos em duas perspectivas esse apoio. De um lado, a dimensão do apoio específico à produção e a compra da produção da agricultura familiar. São inúmeros os produtos e os processos que o PAA apoiou no Brasil e no Semiárido. Em segundo lugar, especificamente o PAA via Conab [Companhia Nacional de Abastecimento] que teve um papel importante na organização da agricultura familiar, pois trabalhou com organizações e não com a compra de produtos de agricultores individualizados, mas comprou através de propostas das suas organizações. Então ele [o PAA] andou muito nessas duas dimensões, que são muito importantes e significativas da agricultura familiar. Avalio que, nesse sentido, o programa teve um papel chave e se a perspectiva de apoio desse novo recurso continuar nessas dimensões seria muito importante e muito significativo.

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