O Primeiro é sempre especial

DSC04388O Mandacaru recebeu na manhã desta sexta feira (26) sua primeira publicação do Boletim Candeeiro, com notícias sobre as famílias atendidas no Programa Uma Terra e Duas Águas  – P1+2 trabalhado pela Unidade Gestora Territorial – UGT que tem na coordenação o José Pinheiro. O boletim é produzido pelo Neto Santos, comunicador popular do Mandacaru e da ASA Brasil. Entre as metas do P1+2 consta a produção de quatro boletins informativos a serem sistematizados até abril de 2014 com ricas histórias de famílias agricultoras, sua maneira de conviver com a realidade do semiárido. Os exemplos estarão retratados nos boletins servindo de motivação para outras famílias que vivem nesta região. Os boletins serão produzidos e distribuídos nos cursos, encontros e eventos do Mandacaru.

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Comissão Municipal da Semente da Fartura se reúne e elabora calendário de atividades

DSC04375Pedro II estar empenhado para fortalecer a preservação de sua semente nativa, inicialmente a semente da agricultura familiar de base agroecológica. O Piauí tem trazido uma forte discussão a respeito do tema e nesse processo Pedro II estar bem adiantado, aliás é Pedro II o município referência para este trabalho desenvolvido pelo Fórum Piauiense de Convivência com o Semiárido – FPCSA.  A cidade foi escolhida por três razões bem práticas, a primeira por estar sendo desenvolvido aqui o Projeto Água Brasil financiado pela WWF e a Fundação Banco do Brasil que tem em suas metas inicias a construção de seis casas de sementes no município. Uma outra razão se dar pelo trabalho desenvolvido pelo CERAC que já vem trabalhando o monitoramente das sementes na região já algum tempo e isso se torna pioneiro no assunto. E a terceira razão se deu pela união de algumas Entidades locais que trabalham com os agricultores terem abraçado a causa firmemente como é o caso do Mandacaru, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Fundação Santa Ângela além do próprio CERAC pioneiro no tema.

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Mandacaru reúne Instrutores dos Cursos do Programa P1+2

DSC00626Com o objetivo de dinamizar as ações do P1+2 na região de atuação, o Mandacaru reuniu em sua sede na manhã de segunda (15) a equipe de Instrutores/as que realizam os cursos do P1+2 sobre a convivência com o semiárido. Estiveram na pauta os avanços, desafios e dinâmicas de estudos nos cursos. O coordenador José Pinheiro reforçou que o trabalho com as famílias precisa ser visto além das metas elaboradas, que o instrutor precisa está no meio da realidade local e utilizar uma metodologia em que a família compreenda e veja os valores da comunidade em que ela vive. Durante o encontro foi incluído no plano o incentivo às famílias a adotarem técnicas simples e eficientes de manejo e alimentação animal, uso racional da água e a produção de alimento no quintal para a segurança alimentar da família. Foi elaborado também uma programação comum para os cursos nos três municípios em que a entidade trabalha. O Mandacaru estar construindo 270 tecnologias de implementação produtiva que incluem cisterna calçadão, barreiro trinchero, cisterna enxurrada e barragem subterrânea nos municípios de Lagoa de São Francisco, Piracuruca e Castelo do Piauí. Um programa da Asa Brasil com patrocínio da Petrobras.

Entidades piauienses constroem plano de ação para o fortalecimento das Sementes da Fartura

DSC04356Entidades do Fórum Piauiense de Convivência com o Semiárido (FPCSA), entre elas o Mandacaru, estiveram reunidas na manhã desta segunda-feira (08) para elaborar o plano de ação para a mobilização, preservação, resgate e multiplicação das sementes nativas, batizadas de Sementes da Fartura no estado. O evento aconteceu na cidade de Pedro II e contou com a participação de seis das sete entidades que formam o FPCSA.
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Técnicos visitam famílias no acompanhamento da Ecoescola

DSC04302A equipe de técnicos da Ecoescola Thomas a Kempis coordenada pelo Robert Fontenele realizou na tarde da última sexta feira (05) visitas as famílias de alunos nas comunidades Serra dos Matões e São João. A ida até essas comunidades foi motivada pelo interesse das famílias trabalharem em suas propriedades alguns projetos de convivência com o semiárido no mesmo modelo dos já existentes na Ecoescola como a horta sombreada e a roça orgânica.

Os técnicos conversaram, coletaram dados e vistoriaram as áreas onde as famílias agricultoras pretendem produzir essas tecnologias. Deram orientações iniciais de como melhor atingir resultados diante da realidade local.

Na avaliação dos técnicos, os locais tem bons elementos para a prática desse sistema de produção, tendo em vista que o espaço é apropriado e a terra é própria da família, além do interesse de produzir. Por isso criou-se uma e a expectativa muita positiva de nos próximos meses estas ações tenham continuidade e as famílias pratiquem em suas propriedades tudo aquilo que seus filhos aprendem diariamente na escola, ou seja, vivência adequada a realidade do semiárido. É a teoria gerando prática entre escola, aluno e família.

Estiveram no acompanhamento destas visitas o Robert Fontenele, Djavan, Raimundo Souza e Neto Santos.

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