“A abelha nativa ou também indígena como alguns chamam tem papel fundamental na polinização das matas nativas de nossa região”. Essa foi uma das afirmativas repassadas pelo o instrutor do Curso de multiplicação dos exames de abelhas sem ferrão realizado na manhã da ultima quinta na feira (31.08) na Ecoescola Thomas a Kempis para alunos da Ecoescola, técnicos e famílias participantes do Projeto de Resgate, Preservação e Incentivo à Criação de Abelhas Nativas e de melhoramento da espécie Ápis Melífera. Famílias essas que também recebem a assessoria do Centro Mandacaru neste campo. O curso foi monitorado por Edvan Lustosa, um comerciante que herdou de sua família a prática de produzir mel de abelhas sem ferrão na região de Piripiri.
Arquivo da categoria: ecoescola
Educação do Campo: Ecoescola recebe visita de estudantes da UFPI
Uma delegação com 30 pessoas incluindo estudantes e professores da Universidade Federal do Piauí – UFPI Campus Floriano estive na Ecoescola Thomas a Kempis na última sexta feria dia 18 de agosto para conhecer as práticas ali trabalhadas com foco na convivência com o Semiárido. A delegação era formada por estudantes do curso de licenciatura plena em educação do campo sob a coordenação do professor Erlon Barros. A programação da visita ocorreu em duas etapas, sendo no primeiro momento a visita nas áreas da escola onde os alunos/as puderam ver a roça agroecológica, a horta sombreada, a área dos compostos entre outros. No segundo momento a professora Jaqueline de Sousa apresentou a proposta pedagógica da Ecoescola e o modelo de educação contextualizada trabalho no cotidiano da escola há 16 anos. O acompanhamento nas áreas foi realizado pelos alunos Ailson Soares e Maria da Conceição.
Festa e cultura Juninas unidas no mesmo espaço
A cada ano o setor de educação do Centro de Formação Mandacaru tem trabalhado e organizado a festa que traduz cultura e tradição do Nordeste do Brasil. São as festas juninas que atrai um público muito bom durante as apresentações, além de oportunizar os estudantes a mostrarem todo o talento que tem seja na dança, na criatividade ou animação. A escola Asa Branca realizou sua festa junina na Praça Monsenhor Lotário, vila Kolping com os alunos e famílias da escola no Bairro São Francisco na tarde e noite de quarta feira dia 05 de julho. Além de bem organizada, as apresentações foram muito bonitas mostrando a alegria das crianças em participar do momento cultural. É a oportunidade também de realizar uma festa para e com as famílias do bairro.
A Ecoescola Thomas a Kempis realizou sua festa julina na noite desta quinta feria dia 06 de junho e atraiu um grande público para a quadra da escola, local das apresentações.
Cisternas nas Escolas: Encontro reafirma a educação contextualizada como missão
“Qual Semiárido queremos ou estamos mostrando em nossas escolas”? Perguntava a professora Jaqueline de Sousa aos participantes do Encontro Territorial do Programa Cisternas nas Escolas que o Centro de Formação Mandacaru estar executando no Território dos Cocais, região norte do Piauí. A pergunta teve uma valor especial para aquele momento, pois ali estavam entre os participantes, Secretários/as Municipais de Educação, Obras e Administração, Educadores/as, integrantes das comissões municipais entre outras coordenações. E as respostas também foram de destaques se considerados que quase todas as pessoas presentes refletiam que se ainda hoje o debate e modelo da educação contextualizada ainda são poucos aplicados nas escolas rurais, a missão é real e necessária. O debate em torno do tema ocorreu durante a palestra da professora Jaqueline de Sousa que também é coordenadora de Educação na Ecoescola Thomas a Kempis, uma instituição de ensino que trabalha há 15 anos o método de educação acima citado. Durante sua palestra a professora apresentava fatos e contextos históricos negativos que são repassados nas escolas fatos estes que não condizem a realidade do Semiárido, “um lugar rico e de pessoas sábias”, dia ela. E acrescentava: “Se temos e sabemos que nosso lugar não é assim, porque replicamos o que os livros de fora falam sobre nós? Por uma questão curricular”?. O senhor Francisco das Chagas Ribeiro que é Secretário Municipal de Obras do município de Milton Brandão, lembrava do quanto é importante discuti os valores e dons de um povo que também representam riquezas de uma região.
Sarau literário aborda tema sertanejo
A poesia, o conto, o cordel estão entre as raízes mais fortes da literatura nordestina. O nordeste brasileiro tem na sua história alguns dos maiores nomes da literatura brasileira como Jorge Amado, Ariano Suassuna, Patativa do Assaré entre tantos outros. Autores que escreveram linhas e mais linhas retratando a vida, os costumes e principalmente a cultura de um povo que “é acima de tudo um forte”. Duas escolas de Pedro II uniram parte de seus estudantes para apresentar em versos, peças teatrais e poemas algumas das obras que retratam a vida do Nordeste do Brasil . Daí o nome de Sarau Sertanejo numa realização da Ecoescola Thomas a Kempis e a Escola Família Agrícola Santa Ângela – EFASA, evento realizado durante todo o dia desta quinta feira, 18 de maio, no auditório da Fundação Santa Ângela.
